Pré-candidato a Deputado Estadual · SP

Neurodivergência

Descobri, adulto, que a pessoa atípica também era eu.

Autismo, TDAH, TAG e TEPAC. Quatro siglas que, juntas, deram nome a características que sempre existiram — e permitiram compreender comportamentos, sentimentos e uma forma de estar no mundo que antes não tinha explicação.

César apontando com as duas mãos para cima

Autismo

Uma forma diferente de perceber, comunicar e se relacionar com o mundo.

TDAH

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — a energia que sempre foi vista como “ligada no 220”.

TAG

Transtorno de Ansiedade Generalizada — a preocupação constante que precisa de escuta.

TEPAC

Transtorno Explosivo Persistente da Alteração do Comportamento — que exige compreensão, não julgamento.

“Antes mesmo de entender meu diagnóstico, eu já queria ajudar mães atípicas. Depois, compreendi que essa conexão vinha também da minha própria vivência.”

Durante muito tempo, César ouvia que era “ligado no 220”, que não parava, que tinha energia demais. Para ele, aquilo parecia normal — porque sempre viveu assim.

O diagnóstico, na vida adulta, trouxe sentido para uma parte importante da sua atuação social. A conexão com mães atípicas, famílias e pessoas neurodivergentes existia desde antes — mas só depois ganhou nome e clareza.

Hoje, sua fala sobre inclusão nasce de um lugar legítimo, pessoal e profundo. Ele não fala apenas sobre o tema. Ele vive essa realidade — e usa a própria história para acolher a de outras pessoas.